“Sempre quis que
os meus pais vivessem mais e melhor”

— Rita Fontes de Oliveira

Quando as pessoas me perguntam a razão que me levou a criar o CIM, eu digo sempre que não esperem uma razão grandiosa, ligada à ambição. O que me levou a pensar num centro de inovação médica foi algo muito simples e ligado à emoção: sou filha única, adoro os meus pais; a ideia de os ver perder capacidades sempre foi muito difícil para mim – eu queria saber como podia ajudá-los a viver mais e melhor, por muitos e longos anos.

 

Em miúda adorava Moda; até pensei em ser Designer. Mas isso não me levava ao meu objectivo e quem me conhece sabe que, desde pequena, sou muito determinada. Por isso estudei Medicina e também por isso quis começar pelo hardcore da saúde: todo o meu internato, por escolha própria, foi nas Urgências do Hospital de São João. Vi muita dor, perdi pacientes, aprendi a respeitar a desistência do outro, engoli com esforço a ideia de que também eu tenho limites, vi a vida a ressurgir com o trabalho de equipa, ganhei calo, e compreendi a importância da Medicina Preventiva.

 

Quis implementá-la; mas os hospitais públicos têm o seu dever na urgência: se eu queria fazer parte da medicina das próximas décadas, da medicina do futuro, eu tinha de a inventar.

 

Não desisti, continuei, fiz perguntas, aprendi com os melhores do mundo.  E foi assim que em 2016, comecei a falar da importância da longevidade com qualidade de vida, sabendo que em Portugal isso ainda estava ligado à sobrevivência, e que, no mundo, só a ciência lhe começava a dar uma atenção mais séria. Inaugurei o Centro de Inovação Médica, começando pelo metabolismo e pela imagem: as áreas onde o impacto biológico do tempo é mais visível
e onde a medicina preventiva pode fazer a diferença mais imediata.

 

Inventei o Método CIM com base na genética, na epigenética e na multidisciplinaridade, criei a Cirurgia Metabólica de Porta Única para reduzir o trauma nos pacientes obesos.

 

E, entretanto, passaram 10 anos. A correr.
Agora, a longevidade anda na boca de todo um mundo mais e menos fidedigno, o que me entristece porque a vida é preciosa e merece o mais absoluto respeito.

 

No entanto, sei que a minha missão está a ser cumprida porque, todos os dias, no CIM, assistimos à vitória de mais um paciente a conquistar saúde a longo prazo, a trabalhar para um envelhecimento saudável, a descobrir, no fundo, este código da vida que o corpo de cada um contém.

 

Só eu sei o que quero para os próximos 10 anos.
E é ainda maior.

 

Rita Fontes de Oliveira
Fundadora, CEO e Directora Clínica

MANIFESTO

Todos o sentimos: estamos a viver mais, mas nem sempre melhor. Muitos chegam aos capítulos da vida com a sensação de que, silenciosamente, o tempo tomou as rédeas.

 

O CIM está presente para alterar os compassos do tempo: existe para reverter o seu movimento e explorar as infinitas possibilidades de tornar a vida melhor e mais feliz – não apenas mais longa.

 

Temos uma visão diferente da medicina do futuro: não a vemos como uma série de emergências; antes como uma conversa longa e tranquila com um futuro melhor.

 

Mapeamos por completo a arquitectura da sua saúde. Consideramos as suas diversas dimensões: genética, epigenética, metabolismo, inflamação, hormonal, cognição, microbioma, padrões de stress, capacidade de recuperação; a nossa abordagem é profunda, correlaciona as diferentes dimensões do corpo humano.

 

Passo a passo, substituímos deriva por direcção: desenhamos e controlamos a longevidade.

 

O CIM é para todos os que desejam saber o que os próximos tempos lhes podem trazer se tratados com cuidado, atenção, ciência e imaginação.

 

É o lugar certo para aqueles que desejam manter-se despertos, ágeis, autónomos, presentes e felizes nas suas vidas pelo maior tempo possível.

 

Para todos os que, em última instância, desejam aproveitar a vida do primeiro ao último nanossegundo.

 

Centro de Inovação Médica:
Há mais vida, dentro da sua.

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