“Sempre quis que os meus pais vivessem mais e melhor”

— Rita Fontes de Oliveira

“Sempre quis que
os meus pais vivessem mais e melhor”

— Rita Fontes de Oliveira, Fundadora, Diretora Clínica e CEO

A palavra da fundadora

Quando as pessoas me perguntam a razão que me levou a criar o CIM, eu digo sempre que não esperem uma razão grandiosa, ligada à ambição. O que me levou a pensar num centro de inovação médica foi algo muito simples e ligado à emoção: sou filha única, adoro os meus pais; a ideia de os ver perder capacidades sempre foi muito difícil para mim. Eu queria saber como podia ajudá-los a viver mais e melhor, por muitos e longos anos.

 

Em miúda adorava Moda; até pensei em ser Designer. Mas isso não me levava ao meu objectivo e quem me conhece sabe que, desde pequena, sou muito determinada. Por isso, estudei Medicina e quis começar pelo hardcore da saúde: no meu internato, por escolha própria, o meu grande ensinamento de vida foram as Urgências do Hospital de São João. Ali não há ensaios gerais. Há segundos. Há decisões. Há pessoas e famílias. Vi muita dor, perdi pacientes, aprendi a respeitar a desistência do outro, engoli com esforço a ideia de que também eu tenho limites, vi a vida a ressurgir com o trabalho de equipa e ganhei muito calo. Houve, também, muitas histórias de vitórias que nunca esquecerei e levarei comigo para sempre.

 

Aqui compreendi a importância da Medicina Preventiva. A medicina é extraordinária a salvar-nos quando alguma coisa corre mal, mas eu queria perceber antes de correr mal. Queria chegar antes da doença. Antes da perda da autonomia. Antes de alguém ouvir que determinado problema “é da idade” e que nao há muito a fazer.

 

Estudei. Procurei. Viajei. Ouvi quem sabia mais do que eu. Cruzei Medicina, metabolismo, genética, epigenética, tecnologia, comportamento, imagem e prevenção. E, quanto mais aprendia, mais percebia que o futuro da Medicina não estaria numa especialidade isolada, mas na capacidade de juntar conhecimento e olhar para cada pessoa como aquilo que ela é: única.

 

Se eu queria fazer parte da medicina das próximas décadas, da medicina do futuro, eu tinha de a reinventar.

 

Não desisti, continuei, fiz perguntas, aprendi com os melhores do mundo. Não me interessava acrescentar anos à vida. Interessava-me acrescentar vida aos anos. E foi assim que em 2016, comecei a falar da importância da longevidade com qualidade de vida, sabendo que em Portugal isso ainda estava ligado à sobrevivência, e que, no mundo, só a ciência lhe começava a dar uma atenção mais séria. Inaugurei o Centro de Inovação Médica, começando pelo metabolismo e pela imagem: as áreas onde o impacto biológico do tempo é mais visível e onde a medicina preventiva pode fazer a diferença mais imediata.

 

Inventei o Método CIM com base na genética, na epigenética e na multidisciplinaridade, criei a Cirurgia Metabólica de Porta Única para reduzir o trauma nos pacientes obesos.

 

E, entretanto, passaram 10 anos. A correr. Hoje, a longevidade tornou-se uma das grandes conversas do nosso tempo. Isso entusiasma-me, mas também me responsabiliza. Porque quando a vida humana se transforma numa tendência, é fácil aparecerem atalhos, promessas e milagres.

 

No CIM escolhemos o caminho. O da ciência. O da evidência. O da inovação com responsabilidade. Porque viver mais não pode ser uma promessa de marketing. É demasiado importante para isso. Nestes dez anos vi números, estudos, tecnologia e conhecimento avançarem a uma velocidade extraordinária. Mas aquilo que continua a emocionar-me não cabe numa folha de Excel. É ver alguém voltar a subir umas escadas sem parar. É um doente recuperar saúde depois de anos a acreditar que já não conseguiria. É ouvir alguém dizer: “voltei a sentir-me eu”. É perceber que, às vezes, mudar o futuro de uma pessoa começa simplesmente por chegar a tempo. Talvez seja essa a verdadeira definição de inovação médica: chegar antes. Antes da doença, quando possível. Antes da incapacidade. Antes do “já não há nada a fazer”.

 

Há dez anos, criei o CIM porque queria encontrar uma forma de proteger o futuro das duas pessoas que me deram a vida. Entretanto, esse desejo cresceu. Hoje quero fazê-lo por milhares. Quero que conheçamos cada vez melhor o código que existe dentro de cada um de nós. Que consigamos antecipar riscos, preservar capacidades, atrasar doença e prolongar aquilo que realmente interessa: os anos em que ainda podemos trabalhar, viajar, amar, aprender, rir, decidir, cuidar de quem amamos e reconhecer-nos ao espelho.

 

Se estes primeiros dez anos foram dedicados a construir uma nova forma de olhar para a Medicina, os próximos serão dedicados a levá-la mais longe.

 

Muito mais longe.

 

Porque continuo a acreditar na mesma coisa que me trouxe até aqui: a vida não se mede apenas pelo tempo que dura. Mede-se pelo tempo em que continua verdadeiramente nossa.

 

Sei que esta missão está a ser cumprida porque, todos os dias, no CIM, assistimos à vitória de mais um paciente a conquistar saúde a longo prazo, a trabalhar para um envelhecimento saudável, a descobrir, no fundo, este código da vida que o corpo de cada um contém.

 

E, quanto aos próximos 10 anos?

 

Só eu sei o que tenho na cabeça.
Mas é ainda maior e com muito amor.

Rita Fontes de Oliveira
Fundadora, CEO e Directora Clínica

Todos nós sentimos: estamos a viver mais, mas nem sempre melhor. Muitos chegam aos capítulos da vida com a sensação de que, silenciosamente, o tempo tomou as rédeas.

 

O CIM está presente para alterar os compassos do tempo: existe para reverter o seu movimento e explorar as infinitas possibilidades de tornar a vida melhor e mais feliz não apenas mais longa.

 

Temos uma visão que vai além da medicina do futuro: não a vemos como uma série de emergências; mas antes como uma conversa longa e tranquila com um futuro melhor.

 

Mapeamos por completo a arquitectura da sua saúde. Consideramos as suas diversas dimensões: genética, epigenética, metabolismo, inflamação, hormonal, cognição, microbioma, padrões de stress, capacidade de recuperação; a nossa abordagem é profunda, correlaciona as diferentes dimensões do corpo humano.

 

Passo a passo, substituímos deriva por direcção: desenhamos e controlamos a longevidade.

 

O CIM é para todos os que desejam saber o que os próximos tempos lhes podem trazer se tratados com cuidado, atenção, ciência e imaginação.

 

É o lugar certo para aqueles que desejam manter-se despertos, ágeis, autónomos, presentes e felizes nas suas vidas pelo maior tempo possível.

 

Para todos os que, em última instância, desejam aproveitar a vida do primeiro ao último nanossegundo.

 

Centro de Inovação Médica:
Há mais vida, dentro da sua.

Scroll to Top