Se tem dúvidas,
comece por aqui.

Ainda ficou com dúvidas?
Entre em contacto connosco.

sobre o cim

O Método CIM é uma abordagem integrada e personalizada à saúde. Em vez de olhar apenas para um sintoma ou problema isolado, procuramos compreender cada pessoa como um todo — história clínica, exames, metabolismo, estilo de vida, fatores de risco e objetivos individuais.

 

A partir dessa informação, é definido um percurso personalizado que permite atuar sobre as necessidades atuais, mas também antecipar riscos e trabalhar a saúde a médio e longo prazo.

Longevidade não significa simplesmente viver mais anos. Significa procurar viver mais tempo com saúde, autonomia, capacidade física e qualidade de vida.

 

No CIM, falamos sobretudo de longevidade saudável: compreender melhor o organismo, identificar fatores de risco e tomar decisões que contribuam para preservar a saúde e a funcionalidade ao longo dos anos.

A medicina preventiva procura atuar antes de um problema de saúde surgir ou evoluir.

 

Em vez de procurar ajuda apenas quando existem sintomas, esta abordagem permite identificar fatores de risco, alterações e oportunidades de intervenção de forma antecipada.

 

O objetivo é conhecer melhor cada pessoa para poder prevenir, acompanhar e intervir de forma mais personalizada.

Porque não começamos por um tratamento. Começamos pela pessoa.

 

No CIM, diferentes áreas clínicas e diferentes tipos de informação podem ser integrados para construir uma visão global da saúde.

 

Metabolismo, prevenção, longevidade, composição corporal, estilo de vida e imagem não são necessariamente áreas independentes. Muitas vezes estão relacionadas e devem ser analisadas em conjunto.

Não. O CIM não promete parar o envelhecimento. Envelhecer é um processo natural.

 

O objetivo é compreender melhor como cada pessoa está a envelhecer e atuar sobre fatores que possam influenciar a sua saúde, capacidade funcional e qualidade de vida ao longo do tempo.

 

Por isso, preferimos falar de longevidade saudável e de uma abordagem médica orientada para a prevenção.

Não. A perda de peso pode ser um dos objetivos, mas o Plano Metabólico não começa nem termina na balança.

 

Procuramos compreender porque é que determinada pessoa ganha peso, tem dificuldade em perdê-lo ou apresenta alterações metabólicas, e definir uma estratégia adaptada a esse contexto.

 

O objetivo é trabalhar a saúde metabólica e procurar resultados sustentáveis, em vez de recorrer apenas a soluções de curto prazo.

A longevidade está presente de forma transversal na filosofia do CIM.

 

Uma pessoa pode chegar ao CIM porque quer perder peso, melhorar a sua imagem ou simplesmente perceber melhor o seu estado de saúde.

 

O objetivo específico pode ser diferente, mas procuramos que as decisões tenham sempre em consideração a prevenção, a saúde global e o impacto a longo prazo.

Não precisa de saber antecipadamente qual é o plano certo para si.

 

O primeiro passo é perceber qual é o seu objetivo, o seu contexto clínico e aquilo que procura melhorar.

 

A partir daí, a equipa do CIM poderá orientá-lo para o percurso mais adequado e explicar-lhe claramente as diferentes possibilidades.

PLANOS e acompanhamento

Os diferentes planos partem da mesma filosofia de medicina personalizada, mas têm objetivos principais distintos.

 

O Plano de Longevidade procura construir uma visão global da saúde e dos fatores que podem influenciar a forma como envelhecemos.

 

O Plano Metabólico centra-se especialmente no metabolismo, composição corporal, controlo do peso e fatores metabólicos associados.

 

O Plano de Imagem parte de uma avaliação individual para construir uma estratégia que respeite a identidade, a naturalidade e o processo de envelhecimento de cada pessoa.

Depende dos objetivos e das necessidades identificadas em cada pessoa.

 

Os planos foram pensados para poder existir uma visão integrada da saúde, mas isso não significa que todas as pessoas necessitem de realizar todos os planos.

 

Depois da avaliação, a equipa poderá perceber se um único plano responde aos seus objetivos ou se faz sentido articular diferentes áreas.

 

O objetivo não é fazer mais. É fazer o que é adequado para cada pessoa.

Não é esse o objetivo.

 

Um acompanhamento adequado deve contribuir para que cada pessoa conheça melhor a sua saúde e tenha maior autonomia na tomada de decisões.

 

No final do plano, a equipa explica os resultados, o que deve continuar a ser acompanhado e qual a periodicidade que poderá fazer sentido no futuro.

 

Algumas pessoas poderão beneficiar de acompanhamento periódico; outras poderão necessitar apenas de reavaliações pontuais. Essa decisão é sempre individualizada.

O Plano de Longevidade decorre durante um período definido para permitir uma avaliação abrangente, a integração dos diferentes dados clínicos e o acompanhamento da evolução ao longo do percurso.

 

A longevidade não é avaliada através de um único exame ou de uma única consulta. É necessário compreender o contexto de cada pessoa, definir prioridades e acompanhar a resposta às estratégias propostas.

O Plano Metabólico inclui acompanhamento ao longo de um período que permita avaliar a evolução metabólica e da composição corporal.

 

O acompanhamento é importante para perceber a resposta individual, realizar ajustes quando necessário e trabalhar não apenas o resultado inicial, mas também a sua sustentabilidade.

O Plano de Imagem é desenvolvido de forma progressiva e personalizada.

 

O acompanhamento permite avaliar as necessidades, definir prioridades e acompanhar a evolução ao longo do percurso, evitando intervenções excessivas e procurando preservar a naturalidade.

metabolismo e perda de peso

Nenhum programa médico responsável deve garantir antecipadamente um determinado resultado.

 

O que diferencia a abordagem do CIM é procurar compreender porque existe dificuldade em perder peso ou em manter os resultados, em vez de aplicar a mesma estratégia a todas as pessoas.

 

A avaliação permite analisar o contexto metabólico, clínico e comportamental de cada pessoa e, a partir daí, definir uma estratégia individualizada.

 

O objetivo é perceber o contexto que está por detrás do peso e não simplesmente propor mais uma dieta.

Porque fazer muitas coisas pela sua saúde não significa necessariamente que todas sejam as mais adequadas para o seu organismo, necessidades e objetivos.

 

Alimentação, exercício e suplementação são apenas algumas das variáveis que podem influenciar o metabolismo, o peso e a composição corporal.

 

Uma avaliação médica permite perceber se existem outros fatores relevantes e se a estratégia que está a seguir está realmente adaptada a si.

Sim, se procura trabalhar o peso através de uma abordagem médica e metabólica individualizada.

 

Não precisa de chegar ao CIM interessado em longevidade.

 

Pode chegar simplesmente porque quer perder peso. O nosso papel é compreender o que está por detrás desse objetivo e trabalhar não apenas o número na balança, mas também os fatores de saúde relacionados com ele.

A saúde metabólica está relacionada com a forma como o organismo gere processos como a glicose, a insulina, as gorduras e a utilização de energia.

 

Não existe um único indicador que permita definir a saúde metabólica de uma pessoa.

 

É por isso que no CIM procuramos analisar diferentes dados clínicos e o contexto individual, em vez de avaliar apenas o peso ou o índice de massa corporal.

A insulina é uma hormona que ajuda o organismo a utilizar e controlar a glicose no sangue.

 

Na resistência à insulina, células como as do músculo, tecido adiposo e fígado deixam de responder à insulina tão eficazmente como deveriam. Esta situação pode existir sem sintomas evidentes.

 

Por isso, não é possível perceber apenas pela forma como se sente se existe resistência à insulina. A avaliação deve ter em consideração o contexto clínico e os exames considerados adequados pelo médico.

A inflamação é uma resposta natural do organismo e desempenha um papel importante, por exemplo, perante uma infeção ou uma lesão.

 

Falamos de inflamação crónica quando determinados processos inflamatórios persistem durante períodos prolongados, podendo estar associados a diferentes problemas de saúde.

 

Nem sempre existem sinais específicos, pelo que sintomas isolados como cansaço ou alterações de peso não permitem concluir que existe inflamação crónica. É necessário avaliar cada situação no seu contexto clínico.

O microbioma corresponde ao conjunto de microrganismos e respetivo material genético que vivem no nosso organismo, incluindo no intestino.

 

Estes microrganismos participam em diferentes processos, nomeadamente na digestão e metabolismo de nutrientes, e existe investigação crescente sobre a sua relação com a saúde metabólica.

 

É, no entanto, uma área complexa e ainda em evolução, pelo que a informação sobre o microbioma deve ser interpretada no contexto global da pessoa e não de forma isolada.

IMAGEM E ESTÉTICA

Porque o ponto de partida do Plano de Imagem não é o procedimento. É a pessoa.

 

Começamos pelas suas características, pelo seu processo de envelhecimento e pelo resultado que pretende alcançar.

 

O objetivo não é transformar um rosto nem uniformizar características. É construir uma estratégia que respeite a identidade, as proporções e a naturalidade de cada pessoa.

 

E isso pode significar também concluir que determinado procedimento não é necessário.

Porque a proposta do Plano de Imagem não é simplesmente acrescentar mais procedimentos.

 

A diferença está na forma como a imagem é integrada numa visão mais ampla da pessoa e do seu processo de envelhecimento.

 

A avaliação permite definir prioridades, perceber o que realmente faz sentido fazer — e também aquilo que não é necessário — e construir uma estratégia coerente ao longo do tempo.

processo clínico

Depende dos exames que sejam considerados adequados para cada pessoa.

 

Nem todas as pessoas realizam exatamente os mesmos exames. A seleção depende do plano, do contexto clínico e das necessidades identificadas.

 

Sempre que seja necessário realizar um exame, a equipa explica previamente a sua finalidade, eventual preparação necessária e aquilo que poderá esperar durante o procedimento.

Os planos são personalizados e a idade é apenas um dos fatores considerados na avaliação.

 

As necessidades de uma pessoa aos 30 anos podem ser muito diferentes das de alguém aos 50, 60 ou 70 anos, pelo que os objetivos, exames e estratégias devem ser adaptados ao momento de vida e ao contexto clínico de cada pessoa.

Sim. Pensar em longevidade saudável não é algo reservado a pessoas jovens.

 

Aos 60 anos ou mais, os objetivos podem ser diferentes dos de uma pessoa mais jovem, mas continua a fazer sentido conhecer melhor o estado de saúde, identificar prioridades e trabalhar para preservar autonomia, capacidade e qualidade de vida.

Descubra mais vida em si:

Marque já a sua consulta de avaliação e comece a descobrir o seu plano de longevidade. Ligue 220 166 867 ou 933 091 410.

Scroll to Top